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Novo marco de geração de energia pode impusionar mercado e reduzir pressão de crise hídrica

Os empresários e agentes do setor de energia no Ceará estão recebendo com animação a possível aprovação do Projeto de Lei 5829, encarado como o novo marco legal da geração distribuída ou própria.

Durante a edição do "Energia em Pauta" desta sexta-feira (27), consultores e representantes enalteceram os pontos do PL, afirmando que eles serão muito importantes para impulsionar o mercado de consumo e geração de energia, podendo até ser útil para reduzir a pressão da demanda de produção das usinas hidrelétricas ou térmicas no País.

O evento foi promovido Sindicato das Indústrias de Energia e de Serviços do Setor Elétrico do Estado do Ceará (Sindienergia-CE), com apoio da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec). O Painel de discussões contou também com o presidente de Rodrigo Sauaia, presidente executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). 

Estiveram, também, no evento, o consultor de energia da Fiec e presidente da Câmara Setorial de Energias Renováveis do Ceará, Jurandir Picanço; o presidente do Sindienergia, Luís Carlos Queiroz; e o coordenador do Núcleo de Energia da Fiec, Joaquim Rolim. 

Entre os pontos destacados pelos participantes estavam os mecanismos de venda de créditos de energia, de validade dos créditos, de transferência de titularidade da micro ou minigeração de energia, além das condições de transição de pagamento do transporte de distribuição para quem solicitar acesso à rede depois de 12 meses da sanção da lei, entre outros pontos.

TRAMITAÇÃO DO PROJETO
O presidente da Absolar comemorou a aprovação do PL 5829 na Câmara dos Deputados, mas afirmou que a Absolar ainda vai trabalhar em contato com senadores para garantir a aprovação do projeto sem grandes alterações.

O objetivo é manter as melhores condições para quem deseja investir nesse mercado para gerar a própria energia através do uso das energias renováveis, como a solar.  

 

 

 
A parte mais íngremes nós já escalamos, mas estava nessa semana conversando com senadores para que tenhamos um avanço dessa questão o mais rápido possível. E também conversei com o Ministério, e não há interesse de descumprir as datas de análise. Anel já vai começar a se preparar para estar pronta para encaminhar processos de consulta pública", disse.RODRIGO SAUAIA
presidente da Absolar





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